 |
| Foto: Bruno Nascimento |
Membro de dez entidades que
representam bombeiros e policiais militares do Estado do Pará protocolaram, na
manhã de ontem, no Ministério Público Militar do Pará, um ofício direcionado ao
promotor Armando Brasil, reclamando do Governo do Estado, que não teria
cumprido compromisso feito em janeiro desse ano de pagar o adicional de
interiorização até o mês de março.
No documento, eles citam
ainda a demora da atual gestão em definir prazos para reajustes em 30% a
Gratificação do Risco de Vida e acordo demais garantias, como gratificação de
tempo integral, dedicação exclusiva, auxílio moradia e fixação clara de jornada
de trabalho.
O grupo foi recebido pelo
promotor, que no início desse mês, juntamente com procurador do Trabalho,
Sandorval Alves, instaurou inquérito civil para apurar as ameaças de greve “A
promotoria vai agir com muito rigor caso de greve, que não é permitido”,
enfatizou.
 |
| Foto: Bruno Nascimento |
Armando Brasil disse que,
primeiramente, vai fazer um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com as
entidades para que elas se comprometam a não entrar em greve. Só depois chamará
o Governo para debater melhores condições de trabalho e outras reivindicações da
categoria. “Vamos tentar fazer tudo isso de maneira amigável. Mas tudo isso vai
depender dos bons sendo das partes”, observou o promotor , que está agendando
uma nova reunião com Sandorval Alves para traças os próximos encaminhamentos.
Presidente da Associação dos
Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiros Militar, o CB PM Xavier diz que
a categoria ainda irá discutir se assina ou não o TAC. “Não podemos assinar um
termo se o Governo não está honrado com seu compromisso. E também não podemos
nos responsabilizar por toda a tropa. Vamos reunir todos e depois consultar a
tropa. E nossas reivindicações vão ter que ser ouvida”, argumenta.
Em entrevista concedida ao
jornal O LIBERAL no último domingo, a titular da Secretaria de Estado de
Administração, Alice Viana, declarou que o Estado não iria naus reajustar
nenhum salário ou gratificação esse ano, uma vez que o Governo não tem
condições financeiras bem legais para isso.
Sobre adicional
interiorização, ela explicou que atual gestão está fazendo um levantamento para
poder regularizar para poder regularizar essa situação, já que o benefício
nunca foi pago.
Membro de dez entidades que
representam bombeiros e policiais militares do Estado do Pará protocolaram, na
manhã de ontem, no Ministério Público Militar do Pará, um ofício direcionado ao
promotor Armando Brasil, reclamando do Governo do Estado, que não teria
cumprido compromisso feito em janeiro desse ano de pagar o adicional de
interiorização até o mês de março.
No documento, eles citam
ainda a demora da atual gestão em definir prazos para reajustes em 30% a
Gratificação do Risco de Vida e acordo demais garantias, como gratificação de
tempo integral, dedicação exclusiva, auxílio moradia e fixação clara de jornada
de trabalho.
O grupo foi recebido pelo
promotor, que no início desse mês, juntamente com procurador do Trabalho,
Sandorval Alves, instaurou inquérito civil para apurar as ameaças de greve “A
promotoria vai agir com muito rigor caso de greve, que não é permitido”,
enfatizou.
Armando Brasil disse que,
primeiramente, vai fazer um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com as
entidades para que elas se comprometam a não entrar em greve. Só depois chamará
o Governo para debater melhores condições de trabalho e outras reivindicações da
categoria. “Vamos tentar fazer tudo isso de maneira amigável. Mas tudo isso vai
depender dos bons sendo das partes”, observou o promotor , que está agendando
uma nova reunião com Sandorval Alves para traças os próximos encaminhamentos.
Presidente da Associação dos
Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiros Militar, o CB PM Xavier diz que
a categoria ainda irá discutir se assina ou não o TAC. “Não podemos assinar um
termo se o Governo não está honrado com seu compromisso. E também não podemos
nos responsabilizar por toda a tropa. Vamos reunir todos e depois consultar a
tropa. E nossas reivindicações vão ter que ser ouvida”, argumenta.
Em entrevista concedida ao
jornal O LIBERAL no último domingo, a titular da Secretaria de Estado de
Administração, Alice Viana, declarou que o Estado não iria naus reajustar
nenhum salário ou gratificação esse ano, uma vez que o Governo não tem
condições financeiras bem legais para isso.
Sobre adicional
interiorização, ela explicou que atual gestão está fazendo um levantamento para
poder regularizar para poder regularizar essa situação, já que o benefício
nunca foi pago.
O Liberal.