quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Preso acusado de estupro de vulnerável em Capitão Poço

Está preso na cidade de Capitão Poço, nordeste do Estado, desde a noite de sábado passado, Valdeci Ramos de Oliveira, de 45 anos. Nascido em Paragominas, ele é acusado de crime de estupro de vulnerável contra uma criança de seis anos. A denúncia foi feita à Polícia Civil pelo Conselho Tutelar local. A vítima é neta do acusado. Ela foi encaminhada para exame no hospital da cidade, onde se constatou que ela havia sofrido lesões sérias nos órgãos genitais. A equipe da Polícia Civil de plantão, formada pelos investigadores Ricardo Balbi e Danilo Campos e escrivã Amanda Maia, foi até o local do crime e ali prendeu o acusado.

A criança foi encaminhada ao Instituto Médico Legal em castanhal para fazer perícia e está sendo acompanhada pelo Conselho Tutelar da cidade, pois a mãe da vítima mora na Suiça. Há suspeitas de que Valdeci Ramos seja também o pai da criança, pois denúncias dão conta de que ele teria mantido relações com a filha, mãe da menina. Um fator que corrobora com essa suspeita é que a certidão de nascimento da criança é só registrada em nome da mãe.

Outra mulher, ouvida em depoimento, acusou Valdeci de lhe ter abusado durante muito tempo desde criança. O homem residia no bairro Vila Kennedy numa casa humilde. As denúncias dizem também que a mulher do acusado sabia dos crimes, mas jamais o denunciou por medo. O acusado foi autuado em flagrante pelo delegado Emerson França. As investigações sobre as acusações prosseguem. (PC/PA)

Projeto “Menino Feliz” recebe doações


Foto: Bruno Nascimento

Membros do Lions Clube de Paragominas realizaram a 14ª edição do Torneio de Pesca, no rio Capim, às margens da PA-256, que liga Paragominas a Tomé-Açu. Cerca de 160 pescadores do Lions Clube, Loja Maçônica Gonçalves Ledo, Rotary Clube e sociedade civil organizada participaram do evento e onde conseguiram pescar 250 quilos de peixes. Parte do que foi pescado foi doado ao Projeto Menino Feliz, que atende cerca de 250 crianças e adolescentes.

O “Menino Feliz”, como é conhecido, é coordenado pelo 19º Batalhão de Polícia Militar de Paragominas. Iniciou suas atividades em 25 de agosto de 2011, tem à frente o 3º sargento Haroldo. O projeto visa erradicação do trabalho infantil, evasão escolar e situações de riscos entre crianças e adolescentes. Os alunos realizam atividades escolares, físicas, artísticas e recebem orientações de profissionais da área de saúde, educação, entre outras.

“Ao longo do tempo foram assistidas mais de 2.000 crianças e adolescentes em situações de risco”, lembra o sargento Haroldo. O projeto é desenvolvido pela Polícia Militar, conta com apoio da sociedade civil organizada, além da Prefeitura de Paragominas.   

Na manhã de ontem, 29, estiveram na sede do 19º Batalhão de Polícia Militar, onde funciona as atividades do “Menino Feliz”, representantes do Lions Clube e Maçonaria, onde foram entregues ao projeto 50 quilos de peixes, o restante foram doados a outros projetos sociais desenvolvidos em Paragominas. Os quais foram doados para famílias das crianças e adolescentes assistidas.  

O Projeto “Menino Feliz”, faz parte do 19º Batalhão de Polícia Militar, comandado pelo Tenente-Coronel Rubenlucio, unidade militar subordinada ao Comando de Policiamento Regional VI, que tem à frente a Tenente-Coronel Almendra.


Bruno Nascimento, de Paragominas.

Polícia Militar divulga dados em relação à 45ª Agropec de Paragominas


Foto: Bruno Nascimento

O 19º Batalhão de Polícia Militar, através de 13ª Zpol, comandada pelo capitão Henrique, divulgou nesta terça-feira, 30, dados das ocorrências atendidas entre os dias 13 a 21 de agosto, data que aconteceu a 45ª Feira Agropecuária de Paragominas, considerados um dos maiores eventos da região norte e nordeste do Brasil.

No total foram: 04 ocorrências de lei “Maria da Penha”, 03 ocorrências de roubos, 01 desacato aos policiais, 04 situações de agressões físicas, 01 porte de arma branca, 04 situações de furto e alguns menores ingerindo bebidas alcoólicas, os quais foram encaminhados para o Conselho Tutelar. As demais ocorrências foram encaminhadas para 13ª Seccional de Polícia Civil de Paragominas.

Em nove dias de evento, as catracas eletrônicas registram mais de 179.000 visitantes nas dependências do Parque de Exposições “Amílcar Tocantins”, entre turistas e moradores da cidade. Os resultados foram considerados positivos pelo numero de pessoas que visitaram as dependências da Agropec.

Ao todo foram mais de 80 Policiais Militares que realizaram policiamento ostensivo preventivo na Feira Agropecuária, entre eles, homens da 2ª, 3ª e 4ª Companhias Orgânicas, ligadas ao 19º BPM, 13ª Zpol, Grupo Tático Operacional, Rotam e Cavalaria.

O policiamento ostensivo preventivo motorizado não foi alterado fazendo com que toda cidade fosse assistida com a prevenção realizada pela Polícia Militar de Paragominas.

O 19º Batalhão de Polícia Militar é comandado pelo Tenente-Coronel Rubenlucio, unidade militar subordinada ao Comando de Policiamento Regional VI, que tem à frente a Tenente-Coronel Almendra.

Bruno Nascimento, de Paragominas. 

terça-feira, 30 de agosto de 2011

PM apreende arma de fogo em Paragominas


Na madrugada de sábado, 28, por volta das 02h30, que uma guarnição composta pelo cabo P. Gomes, juntamente com soldados Alerilson e Amanda, apreenderam uma arma de fogo.

Foi no bairro Jaderlândia, área periférica de Paragominas, na região nordeste do Pará, que a guarnição comandada pelo capitão Henrique, titular da 13ª Zpol, receberam informação que um homem estaria armado em via pública.

Em uma ação rápida conseguiram abordar e prender Antônio Márcio da Costa Silva, com um revólver calibre 22 e munições intactas. Em seguida o mesmo foi apresentado na 13ª Seccional, onde foi autuado em flagrante pelo delegado plantonista.

A 13ª Zpol, faz parte do 19º Batalhão de Polícia Militar, comandado pelo Tenente-Coronel Rubenlucio, unidade militar subordinada ao Comando de Policiamento Regional VI, que tem à frente a Tenente-Coronel Almendra. 

Bruno Nascimento, de Paragominas.

Policiais civis desarticulam esquema de tráfico de drogas em Paragominas

Uma equipe de policiais civis flagrou um esquema de tráfico de drogas em Paragominas, nordeste do Estado. Os investigadores Deleconn Oliveira, Clayton Pereira, Mendonça e Hélio, sob determinação do delegado Hilton Monteiro, foram até o bairro Cidade Nova, especificamente na rua Paulo VI, onde efetuaram a prisão em flagrante de Raimundo Nonato Ribeiro Dias, conhecido como Rony.

Com ele, onze petecas de pasta de cocaina foram apreendidas. O acusado já era investigado há algum tempo, após ter fugido de um cerco policial, que resultou na prisão de seu tio, Pedro Paulo Mel, também por trafico de drogas.

A droga foi encontrada dentro de um pote de sal no interior do imóvel. A apreensão e o acusado foram levados à Seccional Urbana de Paragominas para lavratura do flagrante pelo crime de tráfico de entorpecentes. (PC/PA)

Paragominas: o ponto de virada

Hoje com 100 mil habitantes, Paragominas é tida como modelo de desenvolvimento sustentável para outras cidades da Amazônia.

Por Thiago Medaglia
Foto de Rodrigo Baleia 
 
No Parque Ambiental de Paragominas, alunos do sistema público de ensino recebem aulas de educação ambiental. O espaço, antes de uma propriedade privada jogada à própria sorte, foi reformado, e sua vegetação, recuperada. 
 
A cidade de Paragominas, no leste do Pará, foi sinônimo de desmatamento desde a abertura da rodovia Belém-Brasília, na década de 1970. Em 1990, chegou a ser o principal polo produtor de madeira do Brasil ao abrigar 400 serrarias - hoje são menos de 20. Nesse mesmo período, era também a maior produtora de bovinos do Pará. Atualmente, o rebanho de 300 mil cabeças - que sofreu redução gradual nos últimos anos - não consta nem mesmo entre os cinco maiores do estado. E as mudanças vão muito além do pasto.

O passado - e a respectiva fama - ficaram para trás. Hoje com 100 mil habitantes, Paragominas é tida como modelo de desenvolvimento sustentável para outras cidades da Amazônia. Um projeto local, criado em 2008 e chamado de Município Verde, serviu de base a um programa estadual com o mesmo nome, cunhado em 2011 pelo governo do Pará e com adesão inicial de 74 municípios. Além da parceria com ONGs, universidades e institutos de pesquisa, as principais iniciativas do projeto são reflorestamento (nos últimos três anos, o município plantou 55 milhões de árvores), pecuária e agricultura sustentáveis (investe na fertilidade do solo em vez de avançar sobre a mata), educação ambiental e manejo florestal (ação que minimiza o impacto sobre a floresta na retirada das toras com relevância econômica).
Veja também a galeria de fotos Novos caminhos da Amazônia
De forma geral, a extração de madeira e a pecuária são praticadas há pelo menos três décadas nos municípios da região. A agricultura de grãos e a extração de minério (no caso local, a bauxita) são mais recentes. Assim, a cidade paraense "já experimentou todas as atividades produtivas da Amazônia", explica Paulo Amaral, pesquisador do Imazon.

Essas práticas trouxeram consequências, embora algumas delas não estejam à mostra. Com 20 mil quilômetros quadrados de área (quase o tamanho de Sergipe), o município conta com grande remanescente florestal: 66% de seu território. Um sobrevoo em Paragominas revela toda a soberania da copa das árvores, entremeada aqui e ali por áreas desmatadas. Do alto, entretanto, o olhar superficial engana. "Não se trata de floresta intocada, mas sim de uma mata da qual foi retirada boa parte das árvores com valor comercial", explica Fábio Niedermeier, da organização não governamental The Nature Conservancy (TNC), contratada pelo Sindicato dos Produtores Rurais de Paragominas para elaborar um diagnóstico ambiental das propriedades locais. Nos pontos onde não houve corte raso (destinado à pecuária), a própria floresta trata de regenerar logo os espaços criados pela derrubada de árvores de grande porte.
 

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Governo realiza treinamento para exportação


O Governo do Estado, por meio da Diretoria de Apoio ao Comércio Exterior (Dcomex), e o Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior (Mdic) realizam, no município de Paragominas, nordeste do Estado, entre os dias 14 e 15 de setembro, o Treinamento em Exportação para Empresas de Pequeno Porte.

O evento conta com o apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado do Pará (Sebrae) e Prefeitura de Paragominas.

O treinamento tem carga horária de 16 horas e abrangerá os seguintes temas: Panorama do Comércio Exterior, Cultura Exportadora, Plano de Internacionalização, Planejamento da Exportação, Procedimentos Operacionais na Exportação e Associativismo.

O curso é gratuito, e as inscrições podem ser feitas no www.paracomex.pa.gov.br até o dia 30 de agosto.
(Agência Pará)

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Programa Municípios Verdes contribui para reduzir desmatamento no Pará


O Programa Municípios Verdes, implantando este ano pelo governo do Estado, foi um dos responsáveis pela redução de 40% no desmatamento no Pará, verificada no período de agosto de 2010 a julho deste ano, segundo relatório divulgado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), por meio do Sistema de Alerta do Desmatamento. Somente no último mês, a redução no Estado superou os 50%, em comparação a julho do ano anterior. O número é o maior registrado na Amazônia Legal durante o mês.     
De acordo com a pesquisadora do Imazon, Sanae Hayashi, uma das responsáveis pelos Boletins de Transparência Florestal da Amazônia Legal, a expectativa é de que o freio no desmatamento seja intensificado. “O que nós temos observado é que esses números são resultados positivos tanto do Programa Municípios Verdes, do governo estadual, quanto do Carne Legal, do Ministério Público. Se os municípios do Pará realmente aderirem ao ‘Municípios Verdes’, com a fiscalização efetiva das áreas, a tendência é diminuir ainda mais”, avalia Sanae Hayashi.  
Lançado pelo governo do Pará no final de março deste ano, o "Municípios Verdes" visa promover o reflorestamento e a regularização fundiária; apoiar a conclusão do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e o Licenciamento Ambiental Rural (LAR); reduzir o desmatamento e a degradação ambiental; regularizar passivos ambientais, recuperando Áreas de Preservação Permanentes (APPs) e áreas degradadas em Reserva Legal; apoiar a gestão de resíduos sólidos; promover ações de educação ambiental e fortalecer órgãos municipais, entre outros benefícios.
Ainda segundo o relatório do Imazon, considerando os 12 meses do calendário atual de degradação florestal (agosto de 2010 a julho de 2011), o Mato Grosso lidera o ranking durante o período, com 603 quilômetros quadrados, seguido pelo Pará (423 km²), Rondônia (338 km²), e Amazonas (187 km²). “Se formos considerar os três Estados que mais desmatam - Mato Grosso, Pará e Rondônia -, que correspondem a 84% do desmatamento na Amazônia, o Pará foi o único que reduziu”, ressalta a pesquisadora.
Exemplo - Cerca de 90 municípios paraenses já aderiram ao programa estadual, em um pacto pelo combate ao desmatamento. O maior exemplo é o município de Paragominas, no sudeste paraense, que em 2008 aparecia na lista dos municípios brasileiros que mais desmatam a Amazônia, elaborada pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA).
A pesquisadora do Imazon em Paragominas, Andréia Pinto, informa que, com cerca de 90% da área no Cadastro Ambiental Rural (CAR), o município foi o primeiro a conseguir alcançar os requisitos para passar à lista daqueles que têm desmatamento monitorado e sob controle. “O segundo foi o município de Querência, no Mato Grosso. Entre os requisitos é necessário que o desmatamento tenha sido igual ou menor que 40 km²”, acrescenta.
Andréia Pinto ressalta que o Imazon envia relatórios mensais dos principais focos de desmatamento para os 143 municípios do Estado. “Isso permite que as Prefeituras também tomem conhecimento desses números, e possam reforçar a fiscalização nos principais focos”, explica a pesquisadora, informando que também é feito o trabalho de capacitação nos municípios do CAR, ferramenta de identificação de imóveis rurais emitida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).
Amanda Engelke - Secom

Paragominas ganha destaque nacional


REFERÊNCIA

Município sai da lista dos desmatadores e colhe os louros dos cuidados ambientais

Evandro Corrêa
Sucursal do Sul e Sudeste do Pará

Deixando para trás a fama de cidade campeã da violência, herdada na década de 80, Paragominas, a 300 quilômetros de Belém, começa a colher os louros após conter o desmatamento ilegal e enfrentar a exploração ilegal de madeira. Na semana passada, o empresário José Roberto Marinho, um dos proprietários da Rede Globo de Televisão, visitou o município para conhecer de perto o Projeto "Municípios Verdes", idealizado pelo prefeito da cidade, Adnan Demachki, e por lideranças do Agronegócio para combater o desmatamento.

Na última sexta-feira, 19, o presidente executivo das Organizações Romulo Maiorana (ORM), Romulo Maiorana Júnior, atendeu ao convite do prefeito e esteve no município prestigiando a 45ª Feira Agropecuária, um dos eventos mais concorridos do Norte do Brasil. Na cidade, Romulo Jr. assistiu a um vídeo sobre o projeto Municípios Verdes e também conheceu vários projetos em andamento no município. Diante de tantos resultados positivos, Paragominas enfrenta agora a responsabilidade de se tornar referência nacional e internacional, por causa do tratamento prioritário que tem dispensado à questão ambiental, na ânsia de buscar o desenvolvimento econômico da região dentro de parâmetros sustentáveis. Os números apontam que a exploração ilegal de madeira caiu de 60 mil hectares para cerca de 11 mil hectares, até junho de 2011.

Paragominas já tem mais de 90% da área no Cadastro Ambiental Rural (CAR) e identifica com precisão os locais e os proprietários dos imóveis explorados, embora a irregularidade ocorra, em sua maioria, nas áreas não cadastradas, que se furtam a entrar na legalidade. Por conta do Projeto Municípios Verdes, a cidade de Paragominas foi pauta esta semana do jornal O Globo, da revista Exame e também do Jornal Nacional. O Projeto Paragominas Município Verde é uma cooperação entre a Prefeitura de Paragominas e o Sindicato dos Produtores Rurais do município, com o apoio da Sema-PA, diversas organizações locais, além das organizações não-governamentais Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) e The Nature Conservancy (TNC).

Mais de um quilo de "óxi" apreendido em São Miguel do Guamá


Mais de um quilo de pedras de “óxi”, droga derivada da pasta de cocaína, foi apreendido ontem durante uma operação conjunta de policiais civis e militares em São Miguel do Guamá, nordeste do Estado. A droga estava na casa de Lourdes Ataíde Batista que foi presa em flagrante por tráfico de entorpecentes. O filho dela, Samuel Batista da Costa, responsável pela droga, não foi encontrado, mas será indiciado criminalmente pela venda de drogas.
A operação teve início depois de uma denúncia anônima recebida pelo investigador Océlio Souza, da Delegacia de São Miguel do Guamá. Segundo o policial civil, a denúncia por telefone dava conta de que Samuel teria guardado na casa da mãe uma quantidade de drogas. Com apoio dos policiais militares Antônio Carlos Batista e Waldemir Moraes, o policial civil foi até o endereço situado na rua Antônio Piauí, bairro de Padre Ângelo.
No local, os policiais conversaram com Lourdes. A mulher afirmou que o filho não estava na casa. Após autorizar a entrada no imóvel, os policiais iniciaram uma revista e encontraram no quarto da casa, por trás do guarda-roupas, uma sacola plástica com cerca de 1,1 quilo de pedra de “óxi”. Após localizar a droga, os policiais conduziram Lourdes Batista até a Delegacia junto com a droga apreendida no interior do imóvel. O flagrante foi lavrado pelo delegado Paulo Benício e escrivão Edson Ferreira. (PC/PA)

Denúncia resulta em flagrante de tráfico de drogas em Tomé-Açu


A equipe de policiais civis de Tomé-Açu, nordeste do Estado, desarticulou mais um esquema de tráfico de drogas na região. Desta vez, por meio de uma denúncia anônima, os investigadores Luiz Bacelar e Carlos Santana, com apoio do escrivão Rafael Cunha, abordaram na rua Manoel Monteiro, bairro Tá Bom, periferia da cidade, Josiel da Silva Marques, de 31 anos, com quem mais de meio quilo de maconha foi apreendido. Conduzido à Delegacia local, o preso foi autuado em flagrante no artigo 33 da Lei de Combate às Drogas por tráfico de entorpecentes pelo delegado Fábio Veloso de Castro, titular da Polícia Civil. A pena prevista é de reclusão de cinco e 15 anos de prisão. Ainda, conforme a denúncia, o acusado estaria vendendo cartuchos da droga perto de um bar naquela rua.
No total, foram apreendidos 550 gramas de maconha e 28 reais em dinheiro apurado com a venda da droga. Josiel já possui passagens pela Polícia por furto e porte ilegal de arma de fogo em 2007. Para o delegado, o flagrante da venda de drogas em áreas periféricas do município representa uma vitória, sobretudo, da participação local contra o crime. “A participação das pessoas, por meio de denúncias anônimas, tem sido fundamental para o elevado número de prisões de criminosos realizadas por policiais civis e militares”, assevera. Castro salienta que as denúncias demonstram que a população está acreditando no trabalho realizados pelos agentes policiais na cidade. (PC/PA)

Paragominas vai ganhar Instituto Federal de Educação


Esta semana, o prefeito de Paragominas, Adnan Demachki foi recebido, em Brasília, pela segunda vez, pela Presidente Dilma Roussef. No encontro, ficou definido que o município será contemplado com a construção de um campi do Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologia.

Paragominas é um dos 120 municípios que serão contemplados pela construção do instituto e com previsão de entrega em 2013, após as fases de elaboração do projeto, licitações e construção. Para Demachki, é uma conquista para toda a população do município, mas principalmente para os jovens que buscam uma formação tecnológica, gratuita e de qualidade. “Ainda esta semana, começo a procurar um local, adequado para a construção do prédio. Esta, sem dúvidas, é uma das mais importantes conquistas para a educação do município”, afirma o prefeito.

Ainda de acordo com Demachki, o terreno onde será construído o campi do Instituto, vai ser doado pela Prefeitura de Paragominas. “Essa é a nossa primeira contribuição para a concretização de mais esse projeto”, revela.

A construção faz parte do projeto Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego) que prevê a ampliação da Rede Federal de Ensino Superior e Tecnológico em todo o Brasil. O desafio é construir até 2012, 81 novas unidades de educação.

A Rede Federal de Ensino Técnico teve início em 1909 com as escolas de artífices e aprendizes, passando pela Escola Técnica Federal, Centro Federal de Educação Tecnológica e em 2008, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia, parte da nova estrutura do Governo Federal para o crescimento e expansão da educação tecnológica nas regiões mais deficientes do país.


Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia no Pará
Os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia são instituições de educação superior, básica e profissional, pluricurriculares e multicampi, especializados na oferta de educação profissional e tecnológica nas diferentes modalidades de ensino, com base na conjugação de conhecimentos técnicos e tecnológicos às suas práticas pedagógicas. Os Institutos Federais compõem a Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica.

O projeto foi aprovado pela Câmara dos Deputados, pelo Senado Federal e sancionado pela presidência da República em 29 de dezembro de 2008, sendo publicada no Diário Oficial da União em 30 de dezembro de 2008. Após aprovação, o Centro Federal de Educação Tecnológica do Pará, em Belém, a Escola Agrotécnica Federal de Castanhal e Escola Agrotécnica de Marabá foram integradas ao Instituto Federal do Pará, transformando-se em campis.

Os institutos têm como objetivo, a forte inserção na área de pesquisa e extensão, visando estimular o desenvolvimento de soluções técnicas e tecnológicas e estendendo seus benefícios à comunidade. Metade das vagas é destinada à oferta de cursos técnicos de nível médio, em especial cursos de currículo integrado.

Na educação superior, o destaque fica para os cursos de engenharias e de licenciaturas em ciências física, química, matemática e biologia. Ainda serão incentivadas as licenciaturas de conteúdos específicos da educação profissional e tecnológica, como a formação de professores de mecânica, eletricidade e informática.

Cada instituto federal é organizado em estrutura com vários campi, com proposta orçamentária anual identificada para cada campus e reitoria, equiparando-se com as universidades federais.
Taís Fiorese

Projeto da Polícia Civil alerta sobre os perigos das drogas


A Polícia Civil, através da Superintendência Regional da Zona Guajarina, participou da 45ª Feira Agropecuária de Paragominas (Agropec). A presença da Polícia Civil se deu por meio de um estande que incentivava o combate as drogas de forma educativa. O espaço do projeto registrou a presença de mais de 1.500 pessoas durante os nove dias de duração da feira.
O José Ricardo Batista de Oliveira, titular da delegacia de Paragominas, adiantou que o projeto “Educar mais para reprimir menos” tem como principal objetivo alertar as pessoas sobre os males das drogas e por esse motivo será lançado uma versão itinerante do projeto que levará informações para os outros municípios da região guajarina.

“A iniciativa de montar um estande na feira com trabalho educativo foi bastante elogiado por todos, mostrando que a Polícia Civil também tem um compromisso educativo com a sociedade, e não somente de repressão”, declarou o delegado.

A exposição teve apoio do Sindicato de Produtores Rurais de Paragominas, tendo a frente o presidente Mauro Lúcio, que cedeu espaço no parque para a montagem do estande, bem como tem compromisso com a sociedade de Paragominas. O encerramento da feira agropecuária ocorreu no último dia 21, em meio a um coquetel. (PC/PA)

Denúncia leva policiais a desarticular ponto de venda de drogas em Paragominas


Uma equipe de policiais civis prendeu neste sábado, 20, Derivaldo Silva Leal e Denilson Travassos da Silva por tráfico de drogas, em Paragominas, nordeste do Estado. As prisões foram realizadas após determinação do delegado Raimundo Xavier, plantonista da 13ª Seccional Urbana de Pargominas, para que os agentes seguissem até o endereço de Derivaldo situado em uma rua no bairro JK, periferia da cidade. Ali, conforme denúncia, seria um ponto de distribuição e venda de drogas. 
Após observação do local, os policiais abordaram o imóvel e encontraram dentro de um dos compartimentos uma "trouxa" com 16 "petecas" de nóia, droga derivada da cocaína. Ainda, no local, os policiais prenderam o dono da residência, Derivaldo, e Denilson, comparsa no crime. Ambos foram conduzidos para a unidade policial para serem apresentados ao delegado que lavrou o procedimento flagrancial. As drogas também ficaram apreendidas para serem submetidas à perícia. (PC/PA)

“Irmãos metralha” são recapturados em Paragominas


Joelson Silva, vulgo "Dadai", e Enoc Santos Silva, vulgo "machado", foram recapturados, no último domingo, após passarem quatro meses foragidos da casa penal do município de Paragominas, sudeste paraense. ambos respondem pelos crimes de homicídio e roubo. Os dois são conhecidos como "irmãos metralha". Segundo o delegado Alberone Lobato, diretor da 13ª seccional urbana de Paragominas, os investigadores Paulo Henrique - chefe de operações da seccional - e Denilson Carvalho, foram os responsáveis pela localização e recaptura dos foragidos.
(PC/PA)

Adolescentes fazem apresentações culturais no 3° Projovem na Praça


A Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) promoveu no último domingo, 07, o 3° Projovem na Praça. O evento, realizado na Praça Célio Miranda, teve o objetivo de mostrar a produção cultural dos adolescentes atendidos pela iniciativa que é desenvolvida desde 2008 em Paragominas.

Com muita animação, os jovens fizeram apresentações de teatro de fantoches, dança, musicais e capoeira. “É o momento em que nós mostramos o que esses adolescentes produzem nas atividades realizadas dentro do Projovem”, explica Claudia lemos, coordenadora geral da Semas.

Também houve a entrega de certificados aos participantes do Projovem Informática. E o público pode conferir a exposição de mudas de plantas e produtos como bancos, vassouras e objetos de decoração feitos a partir de material reciclável. Tudo produzido pelos adolescentes que participam do Projovem Verde.

Além do Projovem Informática e Verde, há outras três modalidades de Projovem: Aprendiz; Empreendedor; e o Adolescente. Cada modalidade com uma missão diferente, porém criados com a mesma finalidade: Tirar os jovens da ociosidade e mostrar o mundo do mercado de trabalho. “Nós percebemos que ao sair do Peti [Programa de Erradicação do Trabalho Infantil] os adolescentes ficavam ociosos, então começamos a desenvolver, em 2008, o Projovem”, explica Claudia.

O Projovem é um programa do governo federal que visa à inclusão de jovens e que em Paragominas teve avanços. Três das modalidades: Aprendiz, Empreendedor e Verde são adaptações realizadas pelo município. “Nós pegamos o programa e transformamos para a nossa realidade”, diz a coordenadora Semas.

Cerca 600 adolescentes, de 15 a 17 anos, já passaram pela iniciativa e outros 600 participam do Projovem que é direcionado à jovens em situação de vulnerabilidade social. Um deles é Wdhemenson Fonseca, de 17 anos, que ingressou no Projovem no inicio do ano e ver no programa a oportunidade de desenvolver o seu lado artístico como a releitura de “Os Saltimbancos”, uma das apresentações do Projovem na Praça. “Eu tenho de ensaiar peças teatrais. Tenho aumenta o meu conhecimento cultural”, diz o adolescente.

Para Ernanda Lucas, de 18 anos, as experiências que adquiriu no Projovem foram muito positivas. Já no último ano, ela relembra que entrou no Projovem por acaso. Mas que ao longo do tempo houve mudanças em seu cotidiano como, por exemplo, na escola e no relacionamento com outros jovens. “Eu lembro que era mais inibida e hoje consigo interagir mais facilmente com outras pessoas. Além disso, eu adquiri o gosto pela leitura. Eu leio mais livros que antes”, afirma a jovem.

Agora, o sonho de Ernanda, que adora dançar, é com o conhecimento adquirido poder conquistar um lugar no mercado de trabalho. “Espero sair daqui e conquistar um bom emprego e isso eu sei que vou conquistar”, finalizar a jovem.        

Lucas Eugênio

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Índios Tembé celebram após 4 anos


O sol que anuncia o rigoroso verão aponta as 7h de segunda-feira, 8, na aldeia Tekohaw, que integra parte da Reserva Indígena Alto Rio Guamá, na divisa com o Maranhão, às margens do rio Gurupi, a 160 km de Paragominas. Parte dos 203 alunos índios - da educação infantil ao 9º ano do ensino fundamental - se desloca para a escola mantida pela Secretaria de Educação do município na aldeia. Seus pais e avôs partem em direção às roças de mandioca; as mães e avós se ocupam com tarefas domésticas, no silêncio que chega após terem ouvido durante a noite o barulho do motor que gera energia por cinco horas ininterruptas, para que televisores, freezers e geladeiras pudessem ser ligados.

Nada disso. O dia a dia dos aproximadamente 300 índios que habitam o chão batido que sustenta as casas cobertas de palha do Tekohaw foi virado do avesso até domingo, 14, período em que receberam aproximadamente 400 convidados, incluindo alguns brancos, para a Festa do Moqueado, a maior e mais tradicional manifestação cultural de todos os tempos dos índios da etnia Tembé. O evento voltou a ser promovido depois de quatro anos, na maloca de reuniões da aldeia.

A festa consolidou a chegada da primeira menstruação de 13 meninas índias que habitam as aldeias Tekohaw, Canindé, Mamão, Cajueiro e Suçuarana, localizadas às margens dos rios Gurupi e Uraim. Em cada uma dessas aldeias, a passagem da infância para a juventude já havia sido comemorada separadamente com a Festa do Mingau, nos dois últimos anos.

“É muito gratificante ver nosso povo reunido numa festa como essa. Isso é importante para a interação entre nossos parentes, porque no dia a dia cada aldeia cuida de sua vida”, diz o cacique Sérgio Mutti, do Tekohaw.

O líder indígena prometeu solicitar ao governador Simão Jatene que a Festa do Moqueado seja inserida no calendário cultural do Pará. “Pretendemos resgatar o maior número possível de cânticos. Para isso, é preciso que as crianças aprendam a falar a língua Tembé e a cantar com os índios mais antigos que sempre participaram dessa festividade”, antecipa Mutti.

CÂNTICOS

Na segunda-feira, 8, quando estudantes trocaram as salas de aula e os adultos largaram seus afazeres para cuidar da organização da festa, a rotina do Tekohaw já havia sido quebrada. No início da tarde, normalmente quando todos se recolhem às suas casas para escapar do sol causticante, já se ouvia Agostinho (73 anos), Lourival (70) e Manoel Moreira (71) Tembé puxarem os cânticos na espaçosa maloca circular de aproximadamente 40 metros de diâmetro construída no centro da aldeia.

Jovens cantadores seguiam as vozes dos mestres, afinadas com goles de gengibre misturado a caldo de cana, servido numa garrafa plástica de refrigerante de dois litros. “O gengibre é o melhor remédio para garantir fôlego”, garante Agostinho Tembé.

Ele precisava mesmo cuidar das cordas vocais, já que, assim como outros cantadores, fumava cigarros feitos na hora com a casca de tauari, árvore de grande porte muito utilizada hoje para a produção de compensado. As cascas estavam penduradas nas vigas de aquariquara que dão sustentação à maloca.

Em meio aos sons acima dos decibéis normais que ecoavam dos cantadores, engrossados pelo barulho dos maracás, as agora 13 moças Tembé que voltaram a receber homenagem dançavam junto com jovens índios.
Vez por outra um índio adulto participava da roda, já que eles perambulavam pelas matas atrás das caças que seriam consumidas sábado e domingo, os dois principais dias da festa, incluindo catitu, porco, queixada, guariba, mutum e nambu.

De acordo com a tradição dos Tembé, para não azarar as meninas-moças, paca, capivara e anta foram excluídas do cardápio. (Diário do Pará)

Pacto pelo fim do desmatamento põe Paragominas no mapa

Cleide Carvalho (cleide.carvalho@sp.oglobo.com.br)


Foto: Michel Filho / Agência O Globo

PARAGOMINAS (PA) - Novembro de 2008. O escritório e os carros do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente ardem em chamas em Paragominas, no Pará. É a reação local ao trabalho do Ibama, que fechara dezenas de serrarias no município.

Agosto de 2011. Paragominas acaba de aprovar seu Código Ambiental Municipal e criar um conselho formado pela administração pública e representantes da sociedade civil para dar continuidade ao principal projeto dos moradores: viver num município verde, de onde todos os produtos sairão, no futuro, com selo de certificação ambiental.


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Quase tudo mudou em Paragominas em 33 meses e a explicação parece ser uma só: a vontade de aprender com a floresta Amazônica, utilizando seus recursos, mas respeitando e preservando. Não é uma equação fácil, mas o resultado, até aqui, não só é positivo como já serve de exemplo a todo o estado. De mau exemplo, Paragominas virou modelo a ser copiado.

- Nosso maior desafio é gerar riqueza sem desmatar, buscar fórmulas criativas de usar os espaços já abertos e garantir desenvolvimento social e de renda sem derrubar mais uma árvore nativa da floresta - diz Adnan Demacki (PSDB), o prefeito.

Paragominas foi fundada na década de 60, com a construção da Rodovia Belém-Brasília, e, até 2008, tinha destruído 43% da área de floresta. Foram abaixo 8.473 km de mata virgem. A avidez pelo desmatamento incluiu a cidade na "lista negra" federal, com os 36 municípios que mais desmataram. No Pará, Paragominas só perdia no ranking da destruição para São Félix do Xingu, na região do Araguaia.

Na época, a cidade tinha 240 serrarias e praticamente metade dos moradores vivia da extração da madeira. As árvores cortadas também viravam carvão para alimentar os fornos das siderúrgicas de ferro-gusa de Marabá, no Pará, e do Maranhão.
Leia na íntegra no Globo Digital 

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/08/20/pacto-pelo-fim-do-desmatamento-poe-paragominas-no-mapa-925172632.asp#ixzz1VsCMd610 © 1996 - 2011. Todos os direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. 

Lançado programa que aponta caminhos para cidades sustentáveis



ONGs se inspiraram nas experiências de mais de 600 cidades europeias para construir um plano de cem metas que vão desde a defesa ao meio ambiente ao controle de gastos públicos.


Um programa lançado nesta sexta-feira (19), em São Paulo, aponta caminhos para que governos e sociedade consigam construir, juntos, cidades sustentáveis. O objetivo é traçar planos com base em exemplos bons.
Árvores no chão abriam caminho para os pastos. Há apenas três anos, a cidade paraense de Paragominas era uma das que mais contribuíam para o desmatamento da Amazônia. Paragominas virou o jogo quando autoridades municipais fizeram um acordo com a sociedade e agora eles plantam 10 milhões de árvores por ano.
“Somos o único município da Amazônia com monitoramento por satélite e, mês a mês, a gente valida em capo se houve desmatamento”, garante o prefeito Adnan Demachki
Sem saber, Paragominas foi para lá de moderna. O Programa Cidades Sustentáveis propõe agora algo parecido para todo o Brasil. Organizações não-governamentais se inspiraram nas experiências de mais de 600 cidades europeias para construir um plano de cem metas que vão desde a defesa ao meio ambiente ao controle de gastos públicos. Eles querem arrancar o compromisso do maior número possível de candidatos já nas próximas eleições municipais.
“Nós estamos mostrando como está a situação do município e estabelecimento de metas para serem atingidas ao longo da gestão e prestação de contas anual para a população”, diz Oded Grajew, coordenador da Rede Nossa São Paulo.
A troca de informações entre as cidades é o caminho mais curto para resolver os problemas. Em São Paulo, uma preocupação é que grande parte da água que deveria abastecer a população acaba não chegando às torneiras.
O desperdício já foi maior, mas 26% ainda se perdem por causa de desvios e vazamentos. Tóquio é um bom exemplo: tinha um problema muito parecido e já resolveu. O desperdício de água em Tóquio caiu de 18% nos anos 80 para 3% agora.
Iniciativas como a japonesa e a paraense, pela proposta do Programa Cidades Sustentáveis, vão formar um banco de ideias para semear soluções por todo o Brasil.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Seminário apresenta perspectivas para o Cadastro Ambiental Rural em Paragominas


Com o objetivo de informar os produtores rurais sobre o andamento das atividades relacionadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR), o projeto Paragominas Município Verde (PMV) irá realizar no próximo dia 20 de agosto, dentro da Programação da AGROPEC 2011, o seminário “Cadastro Ambiental Rural (CAR) de Pequenos Imóveis Rurais de Paragominas: resultados e próximos passos”.

O Seminário é direcionado a todas as lideranças rurais locais, presidentes ou vice-presidentes de associações, técnicos e gestores com atuação no meio rural do município. No seminário, os pequenos produtores rurais cadastrados pela equipe do projeto durante os levantamentos realizados nas colônias e comunidades rurais poderão receber os comprovantes de inserção no CAR, que permite ao produtor realizar a adequação ambiental de sua propriedade. O cadastro de pequenos imóveis rurais está sendo realizado em uma parceria entre Emater, Semagri e Imazon.

O seminário será conduzido pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia - Imazon, um dos parceiros do Projeto Paragominas Município Verde, conduzido pela Prefeitura Municipal e pelos setores produtivos locais, em parceria também com o Sindicato dos Produtores Rurais, Secretaria de Estado de Meio Ambiente e TNC. O evento ocorre das 8 às 12 horas, no auditório Inocêncio Oliveira do Parque de Exposição de Paragominas.

Sobre o Projeto Paragominas Município Verde

O projeto nasceu em 2008, logo após Paragominas ser inserido na lista dos municípios que mais desmataram a Amazônia, lista divulgada anualmente pelo Ministério do Meio Ambiente. O objetivo foi criar bases para a adequação ambiental de Paragominas, visando sua exclusão da referida lista, o que aconteceu em março de 2010, e o aprimoramento do uso do solo e dos recursos florestais rumo à produção sustentável.
Taís Fiorese

Seminário apresenta perspectivas para o Cadastro Ambiental Rural em Paragominas


Com o objetivo de informar os produtores rurais sobre o andamento das atividades relacionadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR), o projeto Paragominas Município Verde (PMV) irá realizar no próximo dia 20 de agosto, dentro da Programação da AGROPEC 2011, o seminário “Cadastro Ambiental Rural (CAR) de Pequenos Imóveis Rurais de Paragominas: resultados e próximos passos”.

O Seminário é direcionado a todas as lideranças rurais locais, presidentes ou vice-presidentes de associações, técnicos e gestores com atuação no meio rural do município. No seminário, os pequenos produtores rurais cadastrados pela equipe do projeto durante os levantamentos realizados nas colônias e comunidades rurais poderão receber os comprovantes de inserção no CAR, que permite ao produtor realizar a adequação ambiental de sua propriedade. O cadastro de pequenos imóveis rurais está sendo realizado em uma parceria entre Emater, Semagri e Imazon.

O seminário será conduzido pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia - Imazon, um dos parceiros do Projeto Paragominas Município Verde, conduzido pela Prefeitura Municipal e pelos setores produtivos locais, em parceria também com o Sindicato dos Produtores Rurais, Secretaria de Estado de Meio Ambiente e TNC. O evento ocorre das 8 às 12 horas, no auditório Inocêncio Oliveira do Parque de Exposição de Paragominas.

Sobre o Projeto Paragominas Município Verde

O projeto nasceu em 2008, logo após Paragominas ser inserido na lista dos municípios que mais desmataram a Amazônia, lista divulgada anualmente pelo Ministério do Meio Ambiente. O objetivo foi criar bases para a adequação ambiental de Paragominas, visando sua exclusão da referida lista, o que aconteceu em março de 2010, e o aprimoramento do uso do solo e dos recursos florestais rumo à produção sustentável.

Assessoria de Comunicação do Imazon

Paragominas é exemplo


O Globo - 18/08/2011

Município transformou sua realidade
SÃO PAULO. A busca pela sustentabilidade já vem sendo feita por vários municípios do país, como Paragominas, no Pará. Há três anos, o município era considerado sinônimo de desmatamento, mas a situação mudou.
- Éramos no passado símbolo da destruição da Amazônia - reconhece o prefeito Adnam Demachki (PSDB).
Ele conseguiu que 51 entidades locais assinassem o Pacto Pelo Desmatamento Zero, que pôs fim à derrubada da mata, implantou a educação ambiental para 30 mil alunos das escolas do município e regularizou terras.
Paragominas, com 90,7 mil habitantes e área de 20 mil quilômetros quadrados, não tem crianças fora da escola, conta com um programa de reflorestamento que planta 10 mil árvores por ano e toda a sua produção é sustentável.
- Todos os produtos são produzidos em áreas de não desmatamento. E são também socialmente justos, sem trabalho degradante ou infantil - afirma o prefeito.

Policiais civis capturam dois autores de homicídios em Paragominas


Uma equipe de policiais civis composta pelos investigadores Deleconn Oliveira, Mendonça, Clayton Pereira e escrivão Renato Rabelo, sob o comando do delegado Alberone Afonso, diretor da 13ª Seccional de Paragominas, desvendou dois homicidios registrados na madrugada de domingo passado, no município.

O primeiro crime resultou de uma confusão generalizada no interior de uma casa de festas denominada "Ponto da Viola", no bairro Jaderlândia, periferia da cidade. A briga resultou na morte de Fredson Souza da Silva. O fato foi registrado por câmeras de monitoramento implantadas na cidade pela Prefeitura Municipal. Depois de analisadas, as imagens ajudaram a identificar o autor do crime, Jorge Bezerra dos Santos, que foi preso. Ele confessou ter desferido duas facadas nas costas de Fredson.

No outro caso, a Polícia Civil novamente agiu com rapidez e prendeu Francisco dos Santos apontado como autor de golpes de facão que levaram à morte de Geoflásio Geres. Em depoimento, Francisco disse que, no dia do crime, havia ido visitar os filhos que moram com sua ex-companheira. Ao chegar à casa dela, ele alega ter sido agradido fisicamente pelo atual companheiro da mulher, a vítima do crime. O acusado alegou que Geoflásio tentou lhe matar com um facão, chegando ainda a feri-lo várias vezes pelo corpo. Segundo a versão de Francisco, durante a confusão, ele conseguiu tomar o facão das mãos de Geoflásio e o esfaqueou fatalmente. Ambos os acusados permanecem recolhidos à disposição da Justiça de Paragominas. (PC/PA).

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