quarta-feira, 31 de maio de 2017

EXCLUSIVO - FAZENDEIRO DA SANTA LÚCIA PEDIU EM CARTA AO DELEGADO-GERAL PROVIDÊNCIAS CONTRA INVASORES ARMADOS

No dia 20 de abril, prisões foram realizadas pela PM durante reintegração de posse

Por Carlos Mendes 

Vinte e dois dias antes das mortes na fazenda Santa Lúcia, em Pau D'Arco, proprietário da área, Honorato Babinski Filho, pediu apoio policial e narrou as ameaças que ele e os empregados estavam sofrendo. O ofício foi enviado para o delegado-geral da Polícia Civil, Rilmar Firmino.

Além de relatar ameaça e tentativa de homicídio, nos dias 21 e 24 de abril passado, ele menciona na comunicação, postada no dia 2 de maio, o homicídio do vigilante da empresa Elmo, Marcos Montenegro, e  uso de armas de fogo pelo grupo que invadiu a fazenda.

"levamos ao conhecimento de vossa excelência crimes graves que vem ocorrendo no interior da fazenda Santa Lúcia e quer exigem a pronta e enérgica resposta da Polícia Judiciária do Estado do Pará, haja vista que além de ser imperiosa a identificação e indiciamento dos responsáveis, a beligerância alí alcançada - mais precisamente com atos de guerrilha - nos dá conta de que os autores e co-autores dos crimes de ameaça, tentativa de homicídio e homicídio, ocorridos nos últimos dias naquela localidadee, continuarão praticando mais crimes e instalando verdadeiro terror no meio rural", diz Babinski.

Segundo o fazendeiro, "ainda que pese a dedicação e esforço" da polícia de Redenção, as ações efetivas não tem sido suficientes para "promover a paz no campo", haja vista que os "atos de bandidagem já estão sendo praticados há algum tempo" naquele imóvel rural e redondezas. Babinski também pede que seja pedida as prisões preventivas de acusados dos crimes. 

Veja o documento na íntegra:

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